sábado, 9 de abril de 2011

ptimus 3D é um dos poucos dispositivos no mercado capaz de criar fotos e vídeos 3D
Foto: Reprodução/Zumo Notícias
O primeiro celular 3D do mundo, o LG Optimus 3D, é peça única e rara no mundo dos smartphones. Se tivesse apenas uma câmera, seria mais um aparelho com tela grande. Com duas ¿ somadas ao recurso de reprodução de vídeos, fotos e jogos em três dimensões -, é uma nova experiência em celulares, se você gosta de 3D.
Recebemos para avaliação um protótipo do Optimus 3D. Apesar de parecer uma versão final, não é, e aqui vale alguns poréns: o software e o sistema operacional ainda estão instáveis, travam o aparelho por alguns momentos dependendo da função desejada, mas é possível experimentar os recursos 3D presentes no smartphone sem problemas.
A LG criou uma área chamada "3D Espaço" no Optimus 3D. Toque nela e, com o ponto de vista certo, o efeito 3D entra em ação. Esse "espaço" específico reúne as principais funcionalidades em uma interface tridimensional, com pequenos efeitos especiais de animação e de movimento. Ali estão atalhos para os jogos e aplicativos, ao YouTube 3D, galeria de fotos 3D, câmera 3D e um guia de uso.
Com um aparelho novo e com uma tecnologia até então inédita nos celulares, o guia de uso é mais que necessário no Optimus 3D antes de começar a brincar de verdade com o dispositivo. O aparelho não requer óculos especiais para ver os efeitos em três dimensões e usa um sistema de paralaxe para simular o efeito.
O guia explica como criar, compartilhar, conectar e ver os efeitos. De perto é ruim, o ideal indicado pela fabricante é encontrar um ponto focal entre 30 e 40 centímetros de distância. E, em qualquer modo "game, foto, vídeo, YouTube", o resultado 3D, aos olhos do observador, é sempre o mesmo: lembra os velhos livros 3D do passado - aqueles que você mexia a capa e o personagem se mexia. Divertido? Sem dúvida, mas pode cansar depois de algum tempo de uso (se a versão final vier com o joguinho de golfe, desafio alguém a acertar a bolinha na direção certa).
O Optimus 3D é, além de um equipamento para consumo de efeitos 3D, uma máquina para geração de conteúdo 3D. São poucos dispositivos hoje, no mercado, capazes de criar fotos e vídeos 3D. Na câmera digital (são duas lentes de 5 megapixels lado a lado), basta tocar no ícone 3D (no topo da tela) para ativar o recurso, tanto para fotos ou vídeos. Para ver em 3D, é preciso usar o próprio aparelho ou usar a saída mini-HDMI para ligar o Optimus 3D a um televisor 3D compatível (não era nosso caso). Detalhe interessante: ao fazer vídeos, é possível enviar direto para o YouTube, que identifica e marca o arquivo nesse formato (ao navegar pelo app do YouTube, vídeos em 3D recebem um símbolo especial - e funciona direitinho!)
Além do 3D, o Optimus 3D é um smartphone Android topo de linha. A LG colocou um processador dual-core de 1 GHz no aparelho (Texas Instruments OMAP4), uma das maiores telas do mercado (4,3 polegadas, com resolução de 800 x 480 pixels e o iPhone 4 tem tela de 3,5''), 8 GB de armazenamento interno e conectividade Wi-Fi e 3G. A LG promete para "breve" o lançamento do Optimus 3D no mercado brasileiro, mas não divulgou preço ainda.

segunda-feira, 4 de abril de 2011

segunda-feira, 7 de março de 2011

CHICO CÉSAR NA NOITE PETROLINENSE DE CARNAVAL.

Orquestra de frevo, Patusco, Fundo de Quintal e o cantor e compositor paraibano Chico César são algumas das atrações que devem pisar na noite desta segunda-feira (7), a partir das 20h30, no palco armado na Orla de Petrolina, para os festejos do carnaval 2011.
Conhecido como polo da 21 de Setembro, o foco central da folia tem recebido milhares de pessoas desde a noite do último sábado (5). Além dos shows, o local recebe manifestações culturais de diversos blocos e agremiações, que saem pelas ruas do centro antigo de Petrolina, com muitas marchinhas, frevo e principalmente, animação.
As festividades de Momo em Petrolina contam ainda com mais dois pólos: o da avenida São Francisco, no bairro de Areia Branca (zona leste) e o dos bairros Cohab VI/Rio Corrente (zona oeste).

domingo, 27 de fevereiro de 2011

OMO SÃO FEITOS OS CD'S,DVD'S E BLU RAYS? VEJA AGORA.

Se você sempre teve curiosidade em saber como são feitos CDs, DVDs e Blu-rays, este é o seu lugar. O Baixaki mostra agora como funcionam estes dispositivos, tão importantes para a vida digital de todos nós.
Você já deve ter usado ostensivamente vários exemplares de cada um dos três, mas talvez não saiba qual a composição e também algumas diferenças básicas entre eles. Então se prepare para descobrir tudo isto agora.

CD

CD
Os discos compactos (CDs) são compostos por quatro camadas, sendo que 99% de toda a sua espessura corresponde a policarbonato. O outro 1% restante é dividido em três camadas: uma refletiva, uma de proteção e, por fim, a etiqueta que “decora” o disco.
O primórdio é a criação um disco de policarbonato fundido. Como ele tem face dupla, uma destas faces recebe uma camada metálica (normalmente de prata, mas também são encontrados discos com camadas de ouro ou platina) na qual os dados são armazenados. Sobre a camada metálica está a camada seladora, que ajuda a proteger os dados e a manter a integridade do disco. Em cima de tudo isto está a etiqueta impressa.
CDs normais, como os que você compra com músicas de um artista, não podem ser modificados e são exatamente iguais aos descritos na imagem acima. Porém, discos que permitem a gravação (CD-R) possuem um algo a mais: uma camada adicional que pode ser modificada pelo laser da gravadora.
Uma tinta esverdeada é o composto básico desta nova camada, que fica entre a camada de policarbonato e a camada refletora. Assim, o laser é capaz de registrar novos dados no disco, permitindo que você crie discos do zero.
Nos discos regraváveis (CD-RW), essa camada de tinta oscila entre transparente e opaca, e o nível de transparência muda de acordo com a temperatura com que o disco é aquecido. Mais quente ele se torna transparente, mais frio ele se torna opaco, e deste modo é possível registrar novos dados em um mesmo disco inúmeras vezes.

DVD

DVD
A produção de um disco de vídeo digital (DVD) é bastante semelhante à de um CD convencional. Pode haver variações de acordo com a capacidade do disco (como discos com duas camadas ou de dois lados), mas o DVD básico com capacidade de 4,7 GB é criado da seguinte forma:
Sobre a primeira camada de policarbonato está uma camada específica para a gravação dos dados. Ela fica sob uma camada metálica refletora e também sobre nova camada de policarbonato. Fechando a conta está a etiqueta impressa, totalizando cinco camadas, uma a mais do que o CD.
Um DVD guarda mais dados do que um CD porque seus sulcos são menores e as faixas estão mais próximas entre si. Em resumo: o DVD aproveita melhor o espaço do disco. Os DVDs podem ser graváveis ou regraváveis, de uma ou duas camadas, de uma ou duas faces. Um disco de dupla camada possui duas camadas para gravação, um de dupla face e dupla camada conta com quatro.
Entenda mais sobre as diferenças entre os vários formatos de DVD no artigo “Quais as diferenças entre DVD-R e DVD+R?”.

Blu-ray

Blu-ray
O Blu-ray tem este sugestivo nome porque usa raios azuis para ler o conteúdo do disco, ao contrário dos DVDs que usam raios vermelhos. Este formato leva vantagem em relação ao DVD pelo fato de empregar uma tecnologia diferente, o que o permite armazenar muito mais conteúdo e ser mais resistente.
Um disco de Blu-ray é composto por uma camada dura de revestimento, uma camada de cobertura, uma camada protetora e, somente depois de tudo isso, a camada de gravação. Sobre elas estão ainda uma nova camada protetora, uma camada refletora, uma única camada de policarbonato e, como a cereja do bolo, a etiqueta impressa. Ao todo são oito camadas.
O Blu-ray também guarda mais dados do que um DVD por aproveitar melhor o espaço do disco, ocupando menos espaço durante a gravação.  Os sulcos também são menores, assim como o a distância entre as faixas também é ainda mais reduzida. O Blu-ray também possui discos de camada dupla capazes de gravar até 50 GB de dados, ou 4,5 horas de vídeos em alta definição.
Além disso, os sulcos da camada de gravação, onde são efetivamente armazenados os arquivos, são menores no Blu-ray, deixando o conteúdo mais compacto. A leitura destas informações é possível devido ao raio azul, que tem feixe menor do que o raio vermelho e focaliza com mais precisão. Mais informações sobre o Blu-ray você encontra no artigo “Como funciona o Blu-ray?”.
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Tecnologias que usam princípios semelhantes, funcionam de modo parecido, mas que são diferentes. CDs, DVDs e Blu-ray possuem todos cerca de 1,2 mm de espessura e, fisicamente e a olho nu, são quase iguais, mas guardam peculiaridades que mostram que cada um dos três tem um uso específico.


Leia mais no Baixaki: http://www.baixaki.com.br/tecnologia/8778-como-sao-feitos-os-discos-de-cds-dvds-e-blu-rays-.htm#ixzz1FBOzDnKa