domingo, 22 de agosto de 2010

INTERNET NA TOMADA ELÉTRICA>

Internet via rede elétrica: mais barata e prática, mas ainda restrita
James Della Valle

A internet via rede elétrica ainda está longe da maioria dos brasileiros. Em São Paulo, primeira cidade em que a tecnologia BPL (broadband over power lines, em inglês) está disponível ao consumidor doméstico, apenas 300 endereços distribuídos nos bairros de Jardins, Moema e Pinheiros estão adequadamente equipados para usufruir da novidade. É pouco. Mas os benefícios para esses consumidores - e, eventualmente, os futuros - são evidentes.

Clique na imagem abaixo e entenda como a tecnologia funciona

Como funciona a internet pela rede elétrica

Segundo a Intelig, distribuidora do serviço, o plano básico, com velocidade de 5 Mbps, custa 75 reais por mês. São 15 reais a menos do que os similares via cabo. A diferença é proporcional à capacidade de transmissão de dados. O pacote de 15 Mbps, por exemplo, limite da rede baseada em eletricidade, sai por 125 reais. Planos similares de operadoras a cabo variam entre 119 reais e 199 reais. A operadora aponta que os valores mais baixos são consequência do aproveitamento de uma rede já existente – mas não explorada – e incentivos para a propagação do modelo.

De acordo com Emerson Hioki, diretor de operações da AES Eletropaulo Telecom, parceira da Intelig no fornecimento do serviço a São Paulo, foram investidos 20 milhões na estrutura atual, baseada na transmissão de dados via fibra ótica. Ao chegar ao destino final, o sinal é convertido em pulso elétrico. “Para aumentar o número de consumidores beneficiados, é preciso expandir a infraestrutura a outras áreas. Isso dependerá da demanda do mercado”, garante Hioki. Sim, já há planos para levar a "web elétrica" a mais gente, mas a empresa guarda essa informação como um segredo.

Para que a transmissão via rede elétrica convencional, usando os velhos fios de postes, avance, também será necessário investimento. Nesse caso, será preciso investir em equipamentos como repetidores, que mantém o nível do sinal que viaja pela rede, garantindo que não haja perda de dados.

Contras - Apesar das vantagens, persistem problemas que podem prejudicar a experiência do consumidor final. Aparelhos eletrônicos podem causar interferência, levando à queda da velocidade na transmissão de dados. A melhor forma de evitar o problema consiste na instalação de filtros para as tomadas. Fora de casa, os postes estão expostos a diversos tipos de intempéries, incluindo o ruído proveniente dos transformadores, que devem ser contornadas para evitar o bloqueio do sinal.





Como funciona a internet pela rede elétrica
Tags: aneel, eletricidade, internet, rede, tecnologia.

domingo, 8 de agosto de 2010

DREYSSE A CAVALO. ESPECIAL.

quarta-feira, 21 de julho de 2010

sexta-feira, 16 de julho de 2010

quarta-feira, 14 de julho de 2010

sexta-feira, 2 de julho de 2010

BRASILEIROS CHORAM A DERROTA DIANTE DA HOLANDA.

Mundial2010: Quartos de final/ Holanda - Brasil (comentário)
02 de Julho de 2010, 17:15

Port Elizabeth, África do Sul, 02 jul (Lusa) -- Uma segunda parte perfeita e a "ajuda preciosa" de Felipe Melo, expulso e autor de um golo na própria baliza, permitiu hoje à Holanda colocar-se nas meias finais do Mundial de futebol, após reviravolta ante o Brasil (2-1).

Embalados por uma série louca de 23 jogos sem perder, os holandeses somaram o quinto triunfo no Mundial de 2010, na África do Sul, e reforçaram o estatuto de candidatos ao título, perante um Brasil perdido no segundo tempo e incapaz de contrariar a força mecânica dos europeus, totalmente inspirados neste período.

Depois de o Brasil ter aberto o marcador aos 10 minutos, por Robinho, servido de forma exemplar por Felipe Melo com um passe a "rasgar" desde o meio campo, a Holanda apareceu na segunda parte transfigurada e começou logo a criar perigo, sobretudo através das investidas de Sneijder (melhor em campo), Robben e Kuyt.

E, desta forma, aos 53 minutos, Sneijder cruzou para a área e Felipe Melo desviou para a própria baliza, abrindo caminho à Holanda para as vinganças das derrotas dos Mundiais de 1994 e 1998 e começando a sentir-se em Port Elizabeth que poderia repetir-se o triunfo de 1974, com Cruyff.

Num jogo louco, com 40 faltas, cinco amarelos e um vermelho (Van der Wiel e Nigel de Jong falham as meias finais por castigo) e mais posse de bola para o Brasil, assim como remates à baliza, foram os holandeses a demonstrar enorme união e magia na ofensiva e a fazer o segundo e decisivo golo aos 68 minutos.

Canto marcado por Robben da direita, Kuyt a desviar ao primeiro poste e Sneijder, oportuno e sem marcação, a cabecear para as meias finais e a deixar o Brasil nos "quartos", fase na qual já tinha ficado em 2006.

De cabeça perdida, o Brasil ainda apostou em Nilmar, mas foi sempre a Holanda, mais serena e confortável no marcador, a gerir o jogo e a marcar encontro com Uruguai ou Gana.

E apenas não dilatou a vantagem porque, em momentos, até pareceu que os avançados holandeses resistiram a humilhar os pentacampeões.